13

jan

2010

Brotas, São Paulo

O pequeno município de Brotas, a 240 km de São Paulo, tem apenas 22 mil habitantes e é daquelas típicas cidades do interior: possui uma igreja Matriz, uma rua que sobe e desce que concentra o comércio e quase toda a sua população se conhece. Mas essa aparente tranquilidade não se aplica quando o assunto é o turismo: a cidade é amplamente reconhecida como um dos maiores centros de prática de ecoturismo e esportes radicais no país.

O turismo de aventura atrai cerca de 150 mil pessoas ao ano, que veem em Brotas um dos melhores lugares do Brasil para praticar rafting, bóia-cross, arvorismo, tirolesa, rapel, canyoning, cavalgadas e muitas outras modalidades. As agências cadastradas têm tudo para minimizar os riscos: profissionais treinados e experientes, conhecimento do terreno e dos rios, equipamentos novos, métodos de segurança reforçada, etc. Se você pensa em levar seus filhos para curtir uma aventura radical, é importante conferir antes se as atividades são adequadas à idade e altura das crianças.

Para curtir todas as atividades, o ideal é estar de carro. Quem vai de ônibus encontra dificuldade de locomoção, pois os sítios e fazendas onde são praticados os esportes mais radicais são afastados (a mais perto fica a cerca de 10 km do centro). Algumas agências locais oferecem transporte apenas para os esportes aquáticos, como rafting, bóia-cross e duck, realizados no rio Jacaré Pepira. Sem carro, a opção é táxi até as atrações, o que encarece bastante a estada. Por tudo isso, é importante entender onde se localizam as atrações de Brotas antes de programar os passeios.

O melhor horário para fazer os esportes na água ou próximos a rios e cachoeiras é durante a manhã. À tarde, há uma maior concentração de borrachudos que não perdoam nem mesmo quem não tem sangue doce. E quem pensa que vai conhecer Brotas em apenas um fim de semana está redondamente enganado: há atividades suficientes para mais de uma visita.

Quando fizer as malas, não deixe de levar protetor solar, muito repelente, roupas leves, roupas de banho por baixo e tênis para caminhada — se possível, até mais de um par. Como os esportes costumam molhar e sujar, o ideal é que os acessórios sejam velhos ou estejam preparados para isso. Mochilas também são indispensáveis para carregar os pertences até os sítios.

Para os aventureiros de primeira viagem, os guias costumam fazer um curto treinamento antes das atividades. Assim, até quem nunca praticou esportes radicais pode experimentar as diferentes alturas e sensações que as aventuras proporcionam. O friozinho na barriga é normal e passa. Então, o negócio é encarar o perigo, sentir a adrenalina e apreciar a bela paisagem da região!

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Distância: 240 km de São Paulo

Acesso: Partindo da capital pela Rodovia Anhanguera, seguir até Limeira e pegar a Saída 153 no sentido Rio Claro/São Carlos. Seguir 50 km até a Saída 206-B, pegando a Rodovia SP 225 no sentido Brotas-Jaú-Bauru. Mais 40 km à frente e você estará em Brotas (km 131).

Prós: Variadas opções de esportes radicais e lindas cachoeiras

Contras: Grandes distâncias podem encarecer a estada; nem todas as cachoeiras são abertas ao público

Mais informações: http://www.brotasonline.com.br

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Referências: UOL Viagem e Viaje Aqui.

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25

mar

2009

Curtindo com a galera

O verão pode até ter acabado, mas a nossa galeria continua com a corda toda. A seguir, confira algumas imagens de animação entre amigos na estação que acabou de ir embora.

 

E você, já participou da galeria de verão? Mande suas fotos também! Quem sabe você não acaba dando as caras aqui no blog? :)

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Caroline Casaril, do Paraná, viveu momentos de pura adrenalina com os amigos nas Cataratas do Iguaçu

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Já a mineira Maria Cecilia Cunha prefere algo mais light: uma cachoeira com a turma já é o suficiente

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Maria Ferreira da Silva, de São Paulo,
é outra adepta das cachoeiras

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Simone Pereira, do Rio Grande do Sul, e seus
amigos que se acham o Cristo Redentor…

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Tatiana Veleda, outra gaúcha, curte a emoção
de descer uma corredeira de rio

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E a pernambucana Vanessa Cunha de Azevedo curte um momento “Tarzan” com os amigos

 

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4

mar

2009

Búzios, Rio de Janeiro

 

Desde que Brigitte Bardot – então a maior estrela do cinema – elegeu Búzios para passar uns tempos na década de 60, a cidade ganhou fama internacional e passou a ser visitada por turistas de todas as partes do mundo. Também, pudera: é impossível não se render às belezas naturais e aos agitos dessa península – que mais parece uma ilha cercada de praias por todos os lados.

 

Búzios – ou Armação dos Búzios – está no litoral do Rio de Janeiro, numa área conhecida como Região dos Lagos. Possui mais de vinte praias das mais variadas – há desde as mais badaladas, como a Geribá, até as isoladas, como Tucuns e Caravelas. Na alta temporada, os jovens se dividem entre Geribá e Brava, enquanto as famílias lotam a do Forno e a da Ferradura. Na Praia Olho de Boi, você encontra 50 metros de praia absolutamente virgem, o que chamou atenção dos naturistas – que fizeram dela o seu point na cidade.

 

As areias das praias são muito frequentadas por atores globais e estrelas internacionais, que visitam a cidade mesmo na baixa temporada. Além de Brigitte Bardot, que possui até uma estátua em bronze, o rolling stone Mick Jagger é outro ilustre visitante muito lembrado – ele esteve em Búzios nos anos 70. O agito fica por conta da Rua das Pedras, reduto de bares, restaurantes, lojas e danceterias. Boutiques e grifes nacionais e internacionais misturam-se às galerias de arte e ao artesanato local.

 

A cidade possui variadas opções para hospedagem. São vários hotéis e pousadas, sendo estas últimas as mais procuradas. Existem várias delas a bons preços, inclusive na alta temporada.

 

Opções gastronômicas também não faltam. Búzios oferece restaurantes sofisticados de várias nacionalidades, pizzarias, grills e até uma creperia. Comer um petisco e beber uma cerveja no Porto da Barra, em frente ao mar de Manguinhos, é uma das maiores pedidas.

 

Entre as opções de passeio, uma das melhores é o Mirante de João Fernandes. Dele, dá para ter uma visão geral da praia Brava, Rasa e da Armação. De outro, o Mirante do Forno, avistam-se as praias do Forno, Brava e João Fernandes. A melhor maneira de conhecer todas as praias de uma vez é o passeio de barco. Também há passeios de escuna, de catamarã e de trolley.

 

Se quiser mais emoção, dá para praticar mergulho. Com seus ventos fortes, Búzios é ideal para a prática de iatismo e voo livre. O windsurfe e a vela oceânica, em Manguinhos, são para quem já sabe velejar – nesse caso, é possível alugar as embarcações.

 

Aos amantes de ecoturismo, a cidade oferece opções como a Reserva das Emerências, onde você poderá ver os últimos micos-leões-dourados da região, e a Reserva de Tauá, com mais de 300 espécies de borboletas e 60 tipos de aves.

 

Enfim, Búzios é uma rica opção de lazer para todos os gostos. Aproveite!

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Distância: 165 km do Rio de Janeiro

Acessos: BR-101 até Rio Bonito e, a partir de lá, seguir pela Via Lagos

Prós: Agitada, possui ótima infraestrutura; palco de várias celebridades nacionais e internacionais

Contras: No verão, rolam grandes congestionamentos para ir de uma praia a outra

Mais informações: Búzios Online

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3

fev

2009

Ilhabela, São Paulo

 

Praias exuberantes, montanhas com até 1300 metros de altitude, mais de 300 cachoeiras e quase 300 km² de mata atlântica preservada. Assim é Ilhabela, a maior ilha oceânica brasileira. Localizada entre os dois maiores centros urbanos do país – São Paulo e Rio de Janeiro –, o município é um dos principais pontos turísticos do litoral norte paulista.

 

85% de seu território é formado por um parque ecológico tombado, o que garante a preservação do meio ambiente. Isso, aliás, é um dos grandes atrativos da ilha, intensamente procurada por quem curte passeios ecológicos e esportes radicais: rapel em belíssimas cachoeiras, kitesurf nas praias e trilhas a cavalo na mata atlântica são só algumas das atrações.

 

Além disso, por conta dos ventos que sopram no Canal de São Sebastião o ano todo, é considerada a “capital da vela”. Muitos naufrágios também fazem da ilha um festejado ponto de mergulho.

 

A cidade tem 43 praias. São tão variadas e possuem tantas particularidades que acabam agradando a todos os gostos. Curiosamente, o município ainda oculta praias desertas e comunidades de pescadores isoladas. Seu pequeno centro, carinhosamente chamado de “vila”, cativa pela simplicidade e aconchego – com direito a uma charmosa igrejinha e várias lojinhas de artesanato local.

 

Os restaurantes ficam situados na avenida ao longo da orla da praia, que liga o sul ao norte da ilha. Ilhabela é um verdadeiro paraíso para os apreciadores da boa mesa: peixes e frutos do mar são a pedida da culinária local. Os pratos caiçaras – como o peixe com banana, camarões, caldeiradas e moquecas – apresentam sabores exóticos.

 

Como preservação é a palavra de ordem na ilha, a entrada de veículos é limitada. Mesmo assim, a cidade fica lotada na temporada de fim de ano e no carnaval. Nessa época, é praticamente impossível não ficar preso na fila da balsa por algumas boas horas. Portanto, se você procura por sossego, é melhor evitar a ilha nessas épocas.

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Distância: 210km de São Paulo e 350km do Rio de Janeiro

Acessos: Rodovia dos Imigrantes, Rio-Santos, Via Dutra, Mogi-Bertioga. Travessia a balsa de São Sebastião

Prós: Tranqüilidade e natureza preservada; várias opções de praias; trilhas e ecoturismo para os mais aventureiros

Contras: Fica intransitável durante o fim de ano e o carnaval, épocas em que é comum esperar várias horas para fazer a travessia de balsa

Mais informações: Site oficial da Prefeitura de Ilhabela

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